COMPOSTO "4 Rs" DAS RELAÇÕES PÚBLICAS PLENAS

COMPOSTO "4 Rs" DAS RELAÇÕES PÚBLICAS PLENAS

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Relações Públicas são o presente da comunicação organizacional.


Este ano o Cannes Lions terá mais uma novidade. 

O festival apresenta o Young Lions PR, abre espaço para jovens profissionais de relações públicas e tem como objetivo mostrar como essa área é utilizada pelas organizações, seja para envolver o público, seja para lidar com uma situação específica em que o cliente
tenha que se posicionar publicamente.

Veja a matéria completa do Jornal Propaganda & Marketing de 17/02/2014:


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sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Pardon me...

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O bom relações-públicas não se esconde atrás de jargões ininteligíveis e estrangeirismos, vício muito presente nas áreas de T.I. e no Marketing. 

Ao invés de "Storytelling", por exemplo, utilizo "Arte Narrativa". 

Há casos, como com o próprio "marketing", e com o "branding", que não ganharam tradução - aliás, Manoel Maria de Vasconcellos conta uma história dessas em seu livro "Marketing Básico". 

Mas, em RP, temos sempre que falar também para não iniciados. 
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sábado, 8 de fevereiro de 2014

E SE A GENTE JOGASSE NO MESMO TIME?

Esta semana estivemos, Marcelo Ficher e eu, em São Paulo para mais um roadshow do Observatório da Comunicação Institucional - OCI, e um dos comentários mais contundentes que ouvimos é que o meio de RRPP tem fama de desunido... Em nossa opinião, "tinha", ou - pelo menos - tem, AGORA, tudo para não ser desunido.

E essa iniciativa - "E SE A GENTE JOGASSE NO MESMO TIME?" tem tudo a ver com isso!

Em 32 anos de formado, nunca vi tantas frentes sendo abertas no nosso campo. De faculdades, de agências, de grupos de pessoas se associando, de estudantes vibrantes... até os Conselhos (embora em velocidade muito menor) apresentam-se de modo mais propositivo.

O próprio OCI é marcadamente uma iniciativa em prol das Relações Públicas como área especializada, e de relações-públicas como perfil profissional diferenciado em termos de formação.

Como - muito bem - disse Muriel de Paula, do Relacione-se! (outra bela iniciativa!), - e ficou gravado no vídeo da posse no Conrerp1 em 07/01/2013: "... não falo mais de uma profissão do futuro, vou falar de uma profissão do presente".

#COLETIVO_RP!
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quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Parabéns errepês do Brasil! Parabéns RRPP brasileiras!


Há exatos 100 anos, em 30 de janeiro de 1914 - somente 8 anos depois do surgimento da profissão nos Estados Unidos - era criado o primeiro departamento de Relações Públicas no Brasil.

A empresa pioneira foi a Light (hoje AES Eletropaulo), e o titular a assumir a área foi o engenheiro alagoano Eduardo Pinheiro Lobo (1876-1933) - que viria a tornar-se patrono da profissão no Brasil, sendo seu dia de nascimento - 02 de dezembro - estabelecido pela Lei Nº. 7.197 de 14 de Junho de 1984 como Dia Nacional de Relações Públicas.

O primeiro departamento em empresa brasileira viria a ser criado em 1951, na CSN, o primeiro curso de especialização, na FGV (1953), e de bacharelado, na USP, em 1967 - mesmo ano de regulamentação da profissão.

O Sistema Conferp-Conrerp foi criado em 1971 a partir dos esforços realizados pela ABRP (de 1954).

Uma bela história, que será contada em livro pelo Observatório da Comunicação Institucional, a ser lançado em dezembro com eventos em todo o país.

Parabéns errepês do Brasil! Parabéns RRPP brasileiras!

Observatório da Comunicação Institucional foi pioneiro na iniciativa das comemorações do centenário. Confira: http://oci-rp.blogspot.com.br/2013/05/se-voce-de-todo-o-brasil-quer.html.
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quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Se a moda pega...

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Este foi o comentário postado num Grupo de Discussão de Relações Públicas no Facebook, semana passada.

Aludia a uma determinada ação fiscalizatória da OAB...

Não pude deixar de fazer meu comentário, que reproduzo:

Colegas errepês: isto não é moda, é lei. 

Precisamos - em minha opinião - estar do lado das pessoas que acreditam que o Brasil pode ser um país onde, além das modas, leis "pegam" e são cumpridas. 

Precisamos deixar para trás o "país do me-engana-que-eu-gosto", "só p'ra inglês ver" e sempre "em construção. 

Uma nação é feita de pessoas e pessoas precisam de causas para beneficiarem-se de seus efeitos. 

Se nossa causa é a - boa - comunicação institucional, precisamos ser partícipes da construção de melhores instituições. 

E se temos uma profissão com todo o aparato legal da regulamentação, a "moda" tem que ser fiscalizar e cumpri-la, e não duvidar de sua razão de ser e pertinência. 

Fora dessa "filosofia", caríssimos, a escolha pela formação em RP terá sido um equívoco. 

E quando vier a sanha desregulamentadora estaremos com um diploma meio "fake" nas mãos, algo parecido com a sensação de quem optou por Jornalismo e viu o Brasil dizer não à necessidade de curso superior para o seu exercício profissional.
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sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

VOCÊ ESTUDA RELAÇÕES PÚBLICAS E TEM DÚVIDAS SOBRE REGISTRAR-SE OU NÃO EM SEU CONSELHO PROFISSIONAL?

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Um post de Manoel Marcondes Neto, de hoje, reproduzido de um grupo de discussão da área no Facebook:

Esse tópico está demais!

Que boa maneira de começar um ano novo! Abraços a todos os errepês - registrados ou não (que isso é uma questão de tempo... acredito nisto!). Testemunhos positivos é que mudam algo no mundo. É o boca-a-boca a melhor maneira de se divulgar algo - sobretudo uma causa, como a nossa.

Causa?

Que causa, se a profissão já tem 45 anos de criada? A causa de um país mais civilizado! Quem escolheu formar-se em RP tem compromisso com isto! Porque só em um país realmente civilizado é que temos instituições. E só com instituições é que se demanda a nossa principal contribuição profissional: trabalhar para uma - boa - comunicação institucional.

Se não reforçarmos as instituições (que tal começar com a nossa própria?), esqueçamos as relações públicas. Elas são desnecessárias em ambientes que não prezam a transparência. Nossa luta - para quem escolheu estudar RP - é muito maior que nosso "mundinho". Por isso temos crescido em importância no universo dos negócios - os gestores estão cada vez mais cientes das necessidade de relacionamento e reputação das organizações (ou seja, demandando nossas habilidades e competências específicas).

Nossa "briga" é com patrões que descuidam das boas relações internas, com gestores públicos que não estão nem aí para seu compromisso... público para com o cidadão, com gestores privados que "se lixam" para o consumidor/usuário/cliente. E somos, no Brasil, o último bastião antes da barbárie no setor das comunicações. Gente sem escrúpulos - maus patrões e políticos "profissionais" - derrubou TODOS os regulamentos da área... até a necessidade do diploma de Jornalismo para exercício profissional! Até a lei de imprensa! Que, mesmo com seus defeitos, previa o direito de resposta... um direito que não existe mais! E derrubado pelo STF! E temos um marco regulatório podre de velho, pois que de 1962 - intocado, defasado, do tempo em que não existia TV a cores, telefonia celular, internet, sms, redes sociais digitais...

Os "adversários" são muitos e muito poderosos?

Melhor ainda! Para quem escolheu RP, isto deve ser estímulo, e não sinal de derrota. Ou então a pessoa realmente equivocou-se na escolha da carreira. Nossa batalha é pela cidadania - e como sempre disse (quando dei a minha contribuição voluntária de 3 anos trabalhando no Sistema Conferp-Conrerp): "conselho profissional não existe para fazer qualquer outra coisa (que não a regulação da atividade) pelo profissional - isso é atribuição de sindicatos e associações - conselhos profissionais existem, sim, para proteger a cidadania do mau exercício profissional, e, no nosso caso, da má comunicação institucional - a comunicação pela metade, incompleta, que induz a erro de julgamento, da comunicação mentirosa, enganosa". E disso o Brasil está repleto, esperando que os errepês dêem sua contribuição. Profissional e ética.

E código de conduta ética é privativo das profissões regulamentadas.
São só 61 em um universo de 2.511 ocupações listadas pelo Ministério do Trabalho e Emprego. Um privilégio, pois. E o que vamos fazer com isso, com essa conquista? Deixar minguar por falta de compromisso com a profissão que escolhemos? Não acredito nisso. Acredito que haja péssimos professores fazendo um péssimo trabalho na disciplina de "Legislação e Ética" nas faculdades...

Por isso - uma das razões mais fortes, pelo menos para mim, de criação do Observatório da Comunicação Institucional - um instrumento a serviço desta disciplina e daqueles que têm que ministrá-la, colocando nossos estudantes a par do que é importante em termos legais.

A profissão de relações-públicas completará, em 2014, 46 anos de regulamentação e 100 anos de existência no país. Que tal dar a necessária "virada" agora, trazendo todo mundo para o Sistema? Esse é o desafio, tanto de quem está dentro, acreditando, quanto de quem está fora - ainda com dúvidas sobre engajar-se nessa luta ou não. Para mim - registrado desde estudante (Registro P-256 - Conrerp1), a luta continua!

Feliz Ano Novo a todos!

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