COMPOSTO "4 Rs" DAS RELAÇÕES PÚBLICAS PLENAS

COMPOSTO "4 Rs" DAS RELAÇÕES PÚBLICAS PLENAS

sexta-feira, 6 de maio de 2016

No dia 9 de maio, será lançado o novo livro de Manoel Marcondes Machado Neto ‘The business of transparency’.


Na obra é descrita uma teoria que coloca a Comunicação como o terceiro pilar da tríade que pode, de fato, ‘entregar’ uma transparência ativa aos ‘stakeholders’, junto aos ditâmes da Contabilidade e do Direito, os quais, sozinhos, não vão além da atual ‘transparência passiva’ – que já não atende, porque coloca no público a responsabilidade pela busca da informação.

https://www.amazon.com.br/business-transparency-Recognition-Relationship-Reputation-ebook/dp/B01ESBSLC0/ref=sr_1_1
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domingo, 1 de maio de 2016

Firmo Neto, presidente do Conrerp5 indaga, quanto ao Conselho: - Ninguém se filia porque não faz nada, ou faz nada porque ninguém se filia?

Eu respondo:

- Primeiro veio a atividade ('nascida' a 1914, no Brasil), depois a associação de seus praticantes (1954, com a ABRP), depois a lei 5.377 (1967), e - finalmente - o Sistema Conferp-Conrerp, inspirado e desenhado pela própria ABRP (em 1969).

Portanto, colegas, primeiro vem a escolha da formação (esta ninguém nos tira) e um bom desempenho profissional - para que reconheçam nossa atitude (em qualquer atividade que abracemos, desde estágios ruins até sermos trainees em grandes corporações, e sob qualquer denominação de cargo - assistente, auxiliar, analista etc.).

Tal conjunto de virtuosos (gente que trabalha sério e bem a ponto de serem perguntados... "no que mesmo você se formou?") é que 'recheiam' a(s) sua(s) entidade(s) representativas, inclusive o Conselho Profissional (... e nos menos de 30 casos em que uma ocupação é... profissão regulamentada).

E as virtudes é que são transmitidas diretamente à autarquia (nunca o contrário). Imaginemos um monte de picaretas criando uma entidade linda e rica (tipo CNI, CNA, CNT, CNC - nada contra tais entidades, são - aqui - só siglas exemplificadoras). De que adianta? Se a credibilidade é zero?

Prefiro fazer parte de uma digna cooperativa de catadores de lixo, com CNPJ limpo na praça. É como disse John Kennedy: - Não pergunte o que os Estados Unidos podem fazer por você, mas o que você pode fazer pelos Estados Unidos.

Nossa conduta profissional, no dia a dia, por uma vida inteira, é que empresta - junto a milhares de outras - vida e dignidade à nossa entidade reguladora. Ela precisa de nós e existe, não para defender nossos interesses, mas sim para defender a cidadania de maus profissionais de nossa área - como acontece com os demais Conselhos Profissionais. E deve ser mantida por nós - como prevê a lei - e não pelo Estado.

Quando fui sondado para participar pela primeira vez do Conrerp1, perguntei à minha esposa, que é médica, "... por que razão (e como via) a existência do CRM?". Ela respondeu-me, simplesmente, "... ora, o CRM tem que estar lá e por isso mantenho-o desde que me formei - se houver um processo contra mim, é lá que as coisas têm que ser julgadas, junto aos meus pares".
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sexta-feira, 15 de abril de 2016

Reflexão... numa... fila.

Massa.

Antes do consumo 'de massa' veio a produção 'em massa'. Ou será que foi o contrário?

A linha de montagem massificou a produção e o trabalho.
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quarta-feira, 6 de abril de 2016

Recordar é viver.



A 'memória' do Facebook faz-me, hoje, lembrar do lançamento - há 4 anos - de meu primeiro livro sobre o tema 'transparência nos negócios' - o 'pocket book' intitulado 'A transparência é a alma do negócio'. O livro está esgotado desde 2014. Mas entrará 'no ar' - em sua versão 'e-book' - numa parceria (que aqui, agora, anuncio em primeira-mão) da Conceito Editorial com a FGV Editora.

Em 2013, com a criação do Observatório da Comunicação Institucional - OCI, ideia muito bem trazida pelo colega errepê Marcelo Ficher - e com a cumplicidade das amigas Lúcia Duarte e Pollyana Escalante -, estavam dadas as condições para um 'locus' de análise e reflexão crítica de questões que, em última instância, são alicerces da tão prometida (tanto quanto pouco entregue) 'transparência'.

Em 2015, o O.C.I. lançou a campanha "RP: profissional da transparência", e concluída a análise da pesquisa de campo junto a 100 executivos entre os estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, pude lançar - pela Ciência Moderna Livraria e Editora, a versão integral do livro que apresentara ao Brasil uma outra forma de ver as RRPP: o 'mix' dos 4 Rs das Relações Públicas Plenas.

Agora, em 2016, 'Ano O.C.I. para a transparência ativa' é chegada a oportunidade de levar ao mundo, 'exportar' a visão particular brasileira de 'plenas' Relações Públicas. Sim, porque só no Brasil se forma errepês '360 graus' compromissados com a comunicação nas organizações. Isto se dará pela publicação, ainda em abril, da versão em inglês do meu livro (Editor A), paralela ao site 'www.fullPR.net'.

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quarta-feira, 23 de março de 2016

RP: onde, e com quem, a comunicação integrada - de fato - acontece.

A conversa com Ariane Feijó, da TodoMundoPrecisaDeUmRP, foi ótima! 

E o making of da entrevista será publicado quando do lançamento da versão em inglês do livro '4 Rs das Relações Públicas Plenas'.

Aguarde.
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