COMPOSTO "4 Rs" DAS RELAÇÕES PÚBLICAS PLENAS

COMPOSTO "4 Rs" DAS RELAÇÕES PÚBLICAS PLENAS

quinta-feira, 20 de março de 2014

Mais uma jabuticaba...

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Se um artigo quer ser mesmo "científico", cuidado com o uso do termo "endomarketing", porque - academicamente - isto não existe. Surgido em 1995, não tem significado em inglês - idioma em que supostamente se funda - e não foi objeto de construção teórica no âmbito acadêmico-científico. É uma "logomarca", "brasileira", apesar do nome "gringo", registrada por seu autor no INPI - Saul Bekin -, o que dá autoria e propriedade ao criador do termo, mas não dá legitimidade ao "conceito" de construto de "conhecimento" teórico. 

Tupiniquins adoram...

Endomarketing existe só na 'praxis' de quem adota o conceito, sejam estudantes, leitores dos livros que ostentam o termo e, até, professores que difundem algo sem base acadêmica, o que é uma lástima - só mais uma "moda" que pegou. Seria melhor utilizar as inúmeras publicações - de real valor científico - sob a égide "Comunicação Interna" (207.000 entradas no Google Acadêmico). 

Usar termos como este é algo válido no meio executivo, porque este ambiente - lamentavelmente - não presta muita atenção na Academia, no Brasil - o que considero falha grave das organizações. Essa doença, infelizmente, vitima muitos brasileiros de boa-fé que pensam que é sério, e verdade, tudo aquilo que vem grafado em inglês e cujo autor tenha sobrenome estrangeiro. 

Marketing orientado ao público interno - isto sim! 

Estudos acadêmicos de autoridade nesta temática - do uso do arsenal de marketing no âmbito interno das organizações - são classificados internacionalmente sob o jargão "internal marketing orientation" (938.000 entradas no Google Acadêmico CONTRA 2.750 entradas para "endomarketing"), que traduzimos por "marketing orientado ao público interno". Se você utilizar textos e autores acadêmicos nesta linha, aí sim terá um produto que poderá ser chamado "científico" em mãos. 

Saudações públicas relacionais.
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sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Relações Públicas são o presente da comunicação organizacional.


Este ano o Cannes Lions terá mais uma novidade. 

O festival apresenta o Young Lions PR, abre espaço para jovens profissionais de relações públicas e tem como objetivo mostrar como essa área é utilizada pelas organizações, seja para envolver o público, seja para lidar com uma situação específica em que o cliente
tenha que se posicionar publicamente.

Veja a matéria completa do Jornal Propaganda & Marketing de 17/02/2014:


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sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Pardon me...

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O bom relações-públicas não se esconde atrás de jargões ininteligíveis e estrangeirismos, vício muito presente nas áreas de T.I. e no Marketing. 

Ao invés de "Storytelling", por exemplo, utilizo "Arte Narrativa". 

Há casos, como com o próprio "marketing", e com o "branding", que não ganharam tradução - aliás, Manoel Maria de Vasconcellos conta uma história dessas em seu livro "Marketing Básico". 

Mas, em RP, temos sempre que falar também para não iniciados. 
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sábado, 8 de fevereiro de 2014

E SE A GENTE JOGASSE NO MESMO TIME?

Esta semana estivemos, Marcelo Ficher e eu, em São Paulo para mais um roadshow do Observatório da Comunicação Institucional - OCI, e um dos comentários mais contundentes que ouvimos é que o meio de RRPP tem fama de desunido... Em nossa opinião, "tinha", ou - pelo menos - tem, AGORA, tudo para não ser desunido.

E essa iniciativa - "E SE A GENTE JOGASSE NO MESMO TIME?" tem tudo a ver com isso!

Em 32 anos de formado, nunca vi tantas frentes sendo abertas no nosso campo. De faculdades, de agências, de grupos de pessoas se associando, de estudantes vibrantes... até os Conselhos (embora em velocidade muito menor) apresentam-se de modo mais propositivo.

O próprio OCI é marcadamente uma iniciativa em prol das Relações Públicas como área especializada, e de relações-públicas como perfil profissional diferenciado em termos de formação.

Como - muito bem - disse Muriel de Paula, do Relacione-se! (outra bela iniciativa!), - e ficou gravado no vídeo da posse no Conrerp1 em 07/01/2013: "... não falo mais de uma profissão do futuro, vou falar de uma profissão do presente".

#COLETIVO_RP!
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quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Parabéns errepês do Brasil! Parabéns RRPP brasileiras!


Há exatos 100 anos, em 30 de janeiro de 1914 - somente 8 anos depois do surgimento da profissão nos Estados Unidos - era criado o primeiro departamento de Relações Públicas no Brasil.

A empresa pioneira foi a Light (hoje AES Eletropaulo), e o titular a assumir a área foi o engenheiro alagoano Eduardo Pinheiro Lobo (1876-1933) - que viria a tornar-se patrono da profissão no Brasil, sendo seu dia de nascimento - 02 de dezembro - estabelecido pela Lei Nº. 7.197 de 14 de Junho de 1984 como Dia Nacional de Relações Públicas.

O primeiro departamento em empresa brasileira viria a ser criado em 1951, na CSN, o primeiro curso de especialização, na FGV (1953), e de bacharelado, na USP, em 1967 - mesmo ano de regulamentação da profissão.

O Sistema Conferp-Conrerp foi criado em 1971 a partir dos esforços realizados pela ABRP (de 1954).

Uma bela história, que será contada em livro pelo Observatório da Comunicação Institucional, a ser lançado em dezembro com eventos em todo o país.

Parabéns errepês do Brasil! Parabéns RRPP brasileiras!

Observatório da Comunicação Institucional foi pioneiro na iniciativa das comemorações do centenário. Confira: http://oci-rp.blogspot.com.br/2013/05/se-voce-de-todo-o-brasil-quer.html.
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quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Se a moda pega...

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Este foi o comentário postado num Grupo de Discussão de Relações Públicas no Facebook, semana passada.

Aludia a uma determinada ação fiscalizatória da OAB...

Não pude deixar de fazer meu comentário, que reproduzo:

Colegas errepês: isto não é moda, é lei. 

Precisamos - em minha opinião - estar do lado das pessoas que acreditam que o Brasil pode ser um país onde, além das modas, leis "pegam" e são cumpridas. 

Precisamos deixar para trás o "país do me-engana-que-eu-gosto", "só p'ra inglês ver" e sempre "em construção. 

Uma nação é feita de pessoas e pessoas precisam de causas para beneficiarem-se de seus efeitos. 

Se nossa causa é a - boa - comunicação institucional, precisamos ser partícipes da construção de melhores instituições. 

E se temos uma profissão com todo o aparato legal da regulamentação, a "moda" tem que ser fiscalizar e cumpri-la, e não duvidar de sua razão de ser e pertinência. 

Fora dessa "filosofia", caríssimos, a escolha pela formação em RP terá sido um equívoco. 

E quando vier a sanha desregulamentadora estaremos com um diploma meio "fake" nas mãos, algo parecido com a sensação de quem optou por Jornalismo e viu o Brasil dizer não à necessidade de curso superior para o seu exercício profissional.
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