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https://www.facebook.com/MarcondesRRPP/photos/a.264898506927404.63567.261657763918145/912986638785251/?type=3&theater
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COMPOSTO "4 Rs" DAS RELAÇÕES PÚBLICAS PLENAS
segunda-feira, 26 de outubro de 2015
segunda-feira, 5 de outubro de 2015
Sistema Conferp-Conrerp e o Ministério Público (MP).
A partir DESTA provocação feita pela chapa que concorre às eleições do Conferp, na próxima semana, temos os seguinte a comentar:
A aproximação com o Ministério Público é essencial para a missão do Sistema Conferp-Conrerp.
A iniciativa tem que ser nossa, tanto em Brasília como nos estados. Os Conselhos Regionais são órgãos que atuam A PEDIDO do MP, como uma espécie de curadoria quando há denúncias encaminhadas por terceiros relativas a más práticas de comunicação institucional - que é o que é garantido à sociedade pela Lei 5.377.
Em nossa gestão (2010-2013), iniciamos esta aproximação no Rio de Janeiro - com o MP Federal e o MP Estadual. Esses órgãos - e seus procuradores - simplesmente DESCONHECEM a existência da nossa lei, regulamentos, código de conduta ética, e a proteção que podemos estender à cidadania num tema - a comunicação institucional, a comunicação pública - que pertence a uma promotoria relativamente nova do MP, intitulada 'de direitos difusos'.
É preciso construir jurisprudência a partir de casos julgados e uma DOUTRINA fundadora. E é preciso falar - bem - a linguagem do Direito.
O Observatório da Comunicação Institucional - OCI constituiu-se também para, além das suas atividades educativas, ser uma parte denunciante de más práticas, mas só pode fazê-lo em estreita consonância com o Conselho Regional envolvido em cada caso (a partir da sede do mau profissional / má prática).
Iniciamos - à minha época - uma coleta de informações a título de doutrina, mas não tivemos fôlego para concluir a tarefa.
Sugiro aos secretários-gerais que o façam integradamente - numa base de dados comum pública sob o portal do Sistema Conferp-Conrerp.
Ficamos à disposição para colaborar. Julgamos ser este o CORAÇÃO da 'reengenharia' por que tem que passar, por que passará - tenho certeza, a nossa profissão aos olhos da cidadania, do empresariado, e do Estado, nesta próxima gestão - de renovação.
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quarta-feira, 23 de setembro de 2015
Declaração de Entusiasmo A Quem Interessar Possa!
Jamais concordei tanto com um texto (veja o original, a seguir). Ainda mais na seara da minha profissão.
Tendo sido secretário-geral (aquela função considerada "para chatos", que ninguém quer, que quase todos execram porque "madrinha da fiscalização" e de toda a parafernália legal dos Conselhos Profissionais) muito escrevi, e falei, sobre essa questão "existencial" da autarquia e, também, sobre como exercer tal função fiscalizatória num país tido como leniente, malemolente, simpaticão, corrupto e venal, na base do que O Globo apelida de postura "... ilegal, e daí?".
E mais! ... Tentando convencer detratores mil (muitas vezes com razões para reclamar - boletos que não chegaram, erros no cadastro, cobranças indevidas...) de que ter profissão regulamentada - apesar de todas as obrigações, burocracia e aparente "complicação" ou "arcaismo", é... vantagem, privilégio, distinção! Sofre-se muito...
Mas não se deve perder o rumo do nível de civilização e de sofisticação que a nossa formação/profissão requer - tanto que a melhor explicação para compreendê-la em um vocábulo é "ombudsman"... nossa "matriz" sueca. Façamos, sim, a nossa parte nessa caminhada civilizacional do Brasil - e a comunicação institucional é mister importante demais para ser deixado nas mãos de quem engana já ao apresentar-se dizendo que é o que não é.
Encampo cada letra, vírgula e espaço da mensagem acima e auguro êxito aos futuros conselheiros, tanto federais quanto os regionais que também estão se apresentando para a liça. Repito: nunca foi feito este tipo de discurso-compromisso, pelo menos desde que registrei-me como estudante, ainda na década de 1970!
Não estou cabendo em mim de tanta satisfação! Desculpem-me a prolixidade.
Manoel Marcondes Machado Neto.
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O TEXTO ORIGINAL - CHAPA RP BRASIL - ELEIÇÕES CONFERP 2015
Por um Novo Conselho de Relações Públicas!
Muitos Conselhos Profissionais sofrem de grave crise de identidade. Como consequência, onde poderia haver certeza e segurança no agir, impera a dúvida e o acanhamento frutos de uma timidez absolutamente dispensável. Por culpa disso, justificadamente, a pergunta dos profissionais é sempre a mesma: Conselho Profissional para quê? Os Conselhos Profissionais precisam saber responder essa pergunta mais que qualquer outra. E para fazê-lo, precisam saber de si mesmos, conhecerem-se a si mesmos, saberem para o que vieram e aquilo que podem ou não fazer. Noutras palavras: precisam, urgentemente, livrar-se da crise de identidade que lhes atrai dúvidas, timidez e a inação dos que sofrem de complexo de inferioridade.
Os Conselhos Profissionais agem na defesa da sociedade, do interesse público e da valorização do profissional. Quando orientam os profissionais à prática do bom exercício (às boas práticas exigidas dos profissionais), fazem-no para coibir as práticas ruins que colocariam em risco a boa imagem de toda classe profissional e a segurança do cidadão e da sociedade em geral. Quando denunciam ao Ministério Público a oferta de serviço pelo leigo (exercício ilegal da profissão), fazem-no para valorizar e proteger o profissional, o técnico habilitado, o único suficientemente capaz de ofertar serviço seguro à sociedade.
Sem os Conselhos Profissionais, o mau profissional estaria livre para denegrir a imagem de todos os seus pares, obrigando os bons a compartilharem a má fama dos maus. Sem os Conselhos Profissionais, o leigo disputaria o mercado com o técnico, enganando a sociedade ao fazê-la contratar serviços desqualificados, perigosos e de má qualidade. Os Conselhos Profissionais são, por consequência, Polícia das Profissões. Eles orientam e fiscalizam em favor do interesse público, para proteger e servir a sociedade em geral, valorizando os profissionais e combatendo o exercício ilegal da profissão praticado por leigos.
Ademais, essa atividade de interesse público que pressupõe a orientação e a fiscalização do trabalho, dá-se através dos próprios colegas de profissão (Conselheiros eleitos por voto obrigatório e secreto, sem direito à remuneração). Somam-se, a estes, os agentes fiscais, dotados do poder de polícia, e os funcionários contratados mediante aprovação em concurso público. Por culpa de exercerem função típica do Estado, que lhes é delegada sem qualquer repasse ou auxílio financeiro do Governo, os Conselhos Profissionais sustentam-se através da arrecadação de anuidades, cuja natureza é tributária e o pagamento obrigatório a todos os profissionais.
Nas democracias, a garantia de liberdade depende sempre da nossa eterna vigilância. A sociedade com que sonhamos não está pronta, mas sim inacabada, em eterna construção. Ela não difere da vida que vivemos, onde o horizonte nos foge sempre na mesma velocidade com que avançamos em sua direção. Por isso, nas democracias, o direito de se omitir não cabe a ninguém (a nenhum de nós!). O ideal seria que todo profissional se voluntariasse a ser guindado a Conselheiro. No entanto, a vida é feita do possível, quase nunca do ideal. Assumir gratuitamente esse encargo, de integrar um Conselho Profissional na defesa da sociedade, do interesse público e da valorização dos colegas, é ato de cidadania. Ele recria a cena sagrada da Grécia Clássica, democrática, onde o cidadão comum era chamado na praça pública para subir à Acrópole, para ir governar: administrar o bem público com responsabilidade, fazer leis valorosas aos cidadãos e julgar seus pares com imparcialidade e justiça. Eis o que faz o profissional que é guindado à condição de Conselheiro: gesta a renda pública (anuidades), elabora as leis (Resoluções) e julga os seus pares (realiza os julgamentos éticos-disciplinares).
No Brasil atual, de desafios e complexidades tão evidentes, a maior carência é justamente a dos bons exemplos. Ao mesmo tempo, qual brasileiro honesto seria pobre o suficiente a não poder ofertar um único bom exemplo nas vinte e quatro horas que somam um único dia? Nenhum! Iniciemos por nós mesmos, profissionais das Relações Públicas: um único e bom exemplo diário. Cada um ao seu modo e tempo, cota mínima de um único bom exemplo por dia! Já é um começo. Não precisamos mais que isso, desde que se comesse, agora.
Por um Conselho Profissional de Relações Públicas sem crise de identidade ou complexo de inferioridade, seguro de si na defesa da sociedade, do interesse público e da valorização do profissional. Eis aí o nosso horizonte, a fugir de nós e a nos impelir a corrermos para tomá-lo de assalto. Uma passada decidida e veloz, porque a sociedade que sonhamos para nossos filhos não pode ser diferente daquela que desejamos para nós mesmos agora, neste exato momento, já!
Contem com a gente, todos vocês, colegas profissionais das Relações Públicas.
Acredite em você que assim acreditaremos na gente!
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segunda-feira, 24 de agosto de 2015
Marketing: disciplina econômica. Ponto.
O MARKETING sempre foi conteúdo de Economia... muito mais que de Administração.
Consolidei tal opinião estudando a tese de livre docência (a qual não foca este aspecto, mas simplesmente conta a gênese da nova matéria) de Manoel Maria de Vasconcellos para, como discípulo do mestre, publicá-la em livro ("Marketing Básico", Conceito Editorial, 2006.
Certo dia, fatídico, doutos senhores, em alguma alcova acadêmica (na Economia), lá pelos idos do pós segunda grande guerra mundial (1939-1945), decidiram que a nascente disciplina (surgida, como outras tantas, no mercado, nas empresas, na prática) não deveria conspurcar os elevados objetos da Economia - ciência que pretende dar nome - e explicações - simplesmente... a todas as coisas.
É como se tivessem concluído que "... esse negócio de 'vender sabão'... ou 'candidaturas de políticos', independente das qualidades 'alvejantes' - ou não - de ambos... é algo muito pouco nobre, sujeito a controvérsias e à ação de aventureiros... deixemos isto, pois, aqui na academia, para os nossos irmãos mais novos do 'Management'...".
O resto é história. E ela evolui... E muda.
domingo, 26 de julho de 2015
População apoia prova para médico e engenheiro.
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Por que não para jornalistas e relações-públicas?
Link - http://observatoriodacomunicacao.org.br/clippings/populacao-apoia-prova-para-medico-e-engenheiro/
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Por que não para jornalistas e relações-públicas?
Link - http://observatoriodacomunicacao.org.br/clippings/populacao-apoia-prova-para-medico-e-engenheiro/
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quarta-feira, 15 de julho de 2015
A tese da transparência nos négócios pelo viés da Comunicação.
"A outra face da medalha da Ética é a Transparência". MACHADO NETO, Manoel Marcondes". 3o. Forum Abracom de Gestão da Comunicação Corporativa, São Paulo, 09/04/2014.
Epígrafe
"Quando sabemos que na empresa moderna as operações são voltadas para a clientela, verificamos que toda a sua atividade envolve um constante problema de comunicação social, quer no sentido amplo, quer no sentido mais estrito do termo, traduzido na expressão ‘relações públicas’." Manoel Maria de Vasconcellos, pioneiro do Marketing e das Relações Públicas no Brasil (in Marketing Básico, Rio de Janeiro, Conceito Editorial, 2006).
Enunciado da tese
Minha tese é de que ao lado do Direito, com leis específicas voltadas para a - obviamente necessária - transparência dos atos públicos, e das normas da CVM (Comissão de Valores Mobiliários) acerca da também necessária satisfação pública pelas companhias de capital aberto que têm suas ações negociadas em bolsas de valores, há uma terceira força absolutamente necessária para atingir-se a tão demandada transparência nos negócios: a comunicação. Não qualquer comunicação, como um anúncio publicitário ou uma matéria obtida por meio da assessoria "de imprensa".
Terceira especialidade reconhecida pelo campo da Comunicação no Brasil (e única profissão regulamentada neste campo), as Relações Públicas sempre foram tidas como uma coleção de serviços, para além do relacionamento com a mídia – sua essencial "expertise" atribuída universalmente. Além disso, a formação de profissionais da área também privilegia uma abordagem holística e transdisciplinar da comunicação organizacional – condição propícia e ideal para a compreensão da questão da transparência nas organizações.
Propõe-se, então, compreender Relações Públicas a partir de demandas muito conhecidas, não só de organizações, mas também de indivíduos necessitados de melhor visibilidade ("disclosure"): reconhecimento no meio social, estabelecimento de relacionamentos profícuos com seus públicos de interesse, obtenção de relevância em seu segmento de mercado, construção e manutenção de uma boa reputação.
Um composto de 4 Rs (reconhecimento, relacionamento, relevância e reputação) é, para tal objetivo, a minha tese; dar novo enfoque à questão (idem transdisciplinar) da transparência, a partir de uma abordagem “plena” de relações públicas.
Palavras-chave
gestão
governança corporativa
comunicação
relações públicas
transparência
Conheça a tese
Em livro: "A transparência é a alma do negócio: o que as relações públicas podem fazer por você". Rio de Janeiro, Conceito Editorial, 132 p. (formato: "pocket book"), 2012
"Os 4 Rs das Relações Públicas Plenas: proposta conceitual e prática para a transparência nos negócios". Rio de Janeiro, Ciência Moderna (lcm.com.br), 212 p. (formato: impresso - 23 X 16 cm e "e-book"), 2015
BREVE (30 de julho de 2015 - lançamento global): edição dos "4 Rs" em inglês.
Em website: WWW.RRPP.COM.BR
Em vídeo: O composto de 4 Rs das Relações Públicas Plenas (https://www.youtube.com/watch?v=nINJwcFuLgU)
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terça-feira, 14 de julho de 2015
Decisão de vida: trabalhar pela dignidade da profissão de RP.
Provocado por diversos tópicos, no Facebook e no Linked In, acerca das aflições e incertezas de jovens errepês, formados e em formação, disponho-me a entrar em grupos formado nas redes sociais, participar de 'hangouts' e até ir ao encontro de estudantes, professores, profissionais e empreendedores da área, onde for, pelo Brasil afora.
Estou - depois de 30 anos de docência em um total de 40 de mercado - dedicando minha vida profissional a isto - colocar RP no seu devido lugar no contexto da governança corporativa.
Atuo, hoje, em duas frentes:
(1) No terceiro setor, com o Observatório da Comunicação Institucional - uma associação (de errepês, para errepês, pelas RRPP) aberta a quem quiser participar;
(2) Promovendo a minha tese (expressa em livro que acabo de lançar, em 07/07 - e que vou lançar em inglês no dia 30/07 - contando para o mundo como se formar errepês no Brasil - um conteúdo transdisciplinar único no planeta) de que as RP "Plenas" são, ao lado do Direito (com as leis específicas) e da CVM (com as normas da governança) - caminho efetivo para a tão demandada transparência nos negócios.
Não tenho pretensões eleitorais ao Sistema Conferp-Conrerp (para o que conclamo toda a Geração Z de errepês a participar, renovando todo o sistema e preparando-o para o presente e o futuro) pois julgo central o seu papel no missão de reposicionar e valorizar esta nossa formação ÚNICA e DISTINTA, e esta linda profissão - que amamos - e que nasceu de pai americano mas sob a ideia da mãe (sueca) de "ombudsman", ou seja, "ser, dentro da organização, representante de quem está fora dela".
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